Mostrando postagens com marcador Papo Sério. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papo Sério. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de junho de 2011

O outro lado dos adoçantes que você não conhece

Se você é daquelas que diz não ao açúcar e aposta no adoçante, fique de olho, manter a saúde exige cautela. As informações disponíveis não são tão conclusivas mas sabemos que eles não são a solução para quem quer emagrecer. Mesmo que o primeiro edulcorante tem sido vendido desde 1900 é melhor pensar bem antes de fazer sua opção por algum adoçante.

Veja a comparação aqui embaixo e decida por você mesmo.

ASPARTAME

É um adoçante artificial e seu valor energético é igual a 4 calorias por grama de adoçante. Não pode ser utilizado em altas temperaturas e também se for armazenado por muito tempo. O Aspartame é 200 vezes mais doce que o açúcar.

SACARINA

Sua doçura é 500 vezes maior que o açúcar comum (sacarose). Em altas concentrações deixa sabor residual amargo e não é metabolizado, ou seja, é eliminado totalmente do organismo. Pode ser utilizado em altas temperaturas e por obesos e diabéticos

CICLAMATO
O ciclamato é um edulcorante artificial, 30 vezes mais doce que o açúcar. Tem efeito sinérgico, isto é, quando combinado com a sacarina tem um poder adoçante maior. Normalmente são encontrados juntos, e são os mais usados na área da culinária dietética. Já foi liberado nos EUA da suspeita de ser cancerígeno. Não é calórico e possui um sabor parecido ao açúcar comum. Não é metabolizado e nem perde a doçura quando submetido a altas ou baixas temperaturas.

STEVIOSÍDEO

Também conhecido como Stevia é um edulcorante natural. Adoça 300 vezes mais que o açúcar. Permitido para diabéticos e pode ser utilizada em receitas que vão ao fogo ou ao forno. Não produz cáries, não é calórico, tóxico , fermentável ou metabolizado pelo organismo

ACESULFAME-K

Tem doçura de 130 a 200 vezes maior que a sacarose. Normalmente é misturado com outros adoçantes para aumentar o poder doce e diminuir o gosto amargo ou em produtos industrializados como mistura para bolos por causa de sua estabilidade ao calor, pois suporta altas temperaturas. Em altas doses deixa um sabor residual amargo. Não é calórico e nem é metabolizado pelo organismo.

SUCRALOSE

Adoçante artificial, feito a partir de uma molécula modificada de açúcar comum (sacarose). Adoça 600 vezes mais que o açúcar. Pode ir ao fogo. Permitido para diabéticos. É aprovada pela Food and Drugs Administration (FDA) dos EUA, não é calórico e possui sabor agradável. Também não é metabolizada pelo organismo, é estável em baixas e altas temperaturas e suporta longos períodos de armazenamento. Não produz cáries.

XILITOL

Fornece 4 calorias por grama de adoçante e tem o sabor semelhante ao da sacarose, dando uma leve refrescância na saliva. É considerado um dos melhores preventivos contra cáries! Mas atenção... doses acima de 30g por dia pode causar diarréia! Também pudera... Mais de 30g por dia é sinal de carência!!!

SORBITOL

Substancia presente em algumas frutas e algas marinhas. Tem o poder edulcorante igual ao da sacarose e similar ao da glicose, não sendo apropriado a obesos e\ou diabéticos. É calórico, 4calorias por grama e ao ser absorvido se transforma em frutose no organismo e em glicose no fígado, mas não altera a glicemia. Pode ser aquecido. Atenção este adoçante aumenta a perda de minerais pelo organismo, principalmente o cálcio e pode provocar cálculos renais.


MANITOL

Poder edulcorante 70% superior com sabor levemente adocicado e refrescante. Não produz fermentação mas provoca um significativo efeito laxativo quando ingerido em doses altas. Quando absorvido estimula a secreção de insulina mas não provoca hiperglicemia. A OMS estabelece doses diárias até 150 mg por kg de peso corpóreo.

FRUTOSE

Edulcorante natural, extraído do açúcar das frutas. É importante o diabético estar compensado para usá-lo. Seu poder é 173 vezes maior de adoçar. Atenção... o excesso de frutose pode aumentar os triglicerídeos e as pessoas com problemasno metabolismo de lipídeos e gorduras devem evitá-lo. O uso prolongado pode dificultar a absorção de cobre dificultando a síntese da hemoglobina.

Faça sua escolha, e escolha bem! às vezes a gente está só acostumado a algum sabor, sendo ele agradável ou tolerável. Quem sabe a gente pode deixar o adoçante e o açúcar de lado!

(fonte: referência Revista dos Vegetarianos nº56)

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Os dez piores alimentos de todos os tempos

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º LUGAR: SORVETE
Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimentogeralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas - substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º LUGAR: SALGADINHO DE MILHO
De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um "Frankenfood", ou "comida Frankenstein". Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º LUGAR: PIZZA
Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7º LUGAR: BATATA FRITA
Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6º LUGAR: SALGADINHOS DE BATATA
Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º LUGAR: BACON
Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º LUGAR: CACHORRO-QUENTE
Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º LUGAR: DONUTS (ROSQUINHAS)
Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, "o pior tipo de gordura que você pode ingerir", alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.

2º LUGAR: REFRIGERANTE
Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, "uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos". "Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes", diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º LUGAR: REFRIGERANTE DIET
"Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos", diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte. "Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos", conclui.

Muito boa esta conclusão da nutricionista MIchelle. Concordo com ela e também me surpreendi com a conclusão. Bom, ela só listou dez alimentos...mas os 100 primeiros com certeza estão no nosso dia-a-dia. Que tal parar para pensar no que estamos ingerindo? Na dúvida, opte pelos naturais, pelos orgânicos, pelos não industrializados ou pelo menos pelos mais integrais!

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

terça-feira, 26 de abril de 2011

Carne de sol e charque ou carne seca

Depois do alerta feito por Ana Maria, no programa desta segunda-feira (25) sobre o cuidado que devemos ter na hora da compra da carne seca, resolvi reproduzir um texto que acho bem explicativo sobre este produto abaixo.

Carne de sol e charque ou carne seca.
As duas formas de carnes desidratadas curtidas com sal são adoradas por muitos Brasil afora. Uma dissertação de mestrado da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), entretanto, aponta que essas delícias consumidas em todo o país podem ser foco de alto índice de contaminação. No estudo, que avaliou 44 amostras do produto vendido na Região Metropolitana da capital paulista, verificou-se que junto à carne havia desde pelos de rato e restos de insetos até bactérias causadoras de diarreia. A pesquisa serve como alerta sobre a qualidade da carne de sol e da carne seca consumidas em todas as regiões. Segundo a autora do estudo, a médica veterinária Tatiana Almeida Mennucci, a maior parte dos problemas relacionados à carne de sol e à carne seca é causada por manipulação e armazenamento incorretos. “Como a carne de sol é produzida artesanalmente, não existem normas oficiais para a sua elaboração e controles de qualidade e segurança”, afirma a pesquisadora. Ela conta que, por se tratar de um alimento de origem animal, ele merece os mesmos cuidados da carne comum, o que nem sempre acontece.

Após visitar diversas casas de produtos típicos do Norte e do Nordeste do país, a pesquisadora coletou amostras e enviou para análise microbiológica no Laboratório de Microscopia Eletrônica do Instituto Adolfo Lutz. “Houve presença significativa de contaminantes proibidos pela legislação, como insetos mortos, fragmentos e larvas de insetos e pelos de roedores”, relata a médica veterinária. “Também foram encontrados ácaros, bárbulas (filamentos das penas de aves), fungos e pedaços de ossos, madeira e plástico”, afirma. Segundo o estudo, pelo menos 90% das amostras apresentavam algum tipo de contaminação.

Outro problema apontado pela pesquisa foi a contaminação por bactérias. A análise da Universidade de São Paulo apontou que metade das amostras possuíam algum tipo de contaminação do gênero. “Verificou-se contaminação por Salmonella spp, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, todas associadas a quadros de diarreia em seres humanos”, aponta Tatiana. “Os maiores riscos à saúde são causados pela Staphylococcus aureus, cuja multiplicação no produto salgado in natura propicia a produção de uma toxina nociva, que não é eliminada quando o produto é submetido a processo térmico”, alerta.

Higiene

A manipulação da carne pelos vendedores também foi outro problema detectado. Segundo Tatiana Almeida, muitos estabelecimentos não apresentavam condições adequadas de higiene. Foram comuns, por exemplo, casos em que a pessoa que manipula a carne utilizava adornos como relógios e pulseiras. “O contato com diversos tipos de alimentos e produtos faz com que esses objetos acumulem sujeira, que também poderá ser um veículo de contaminação cruzada”, explica a médica veterinária.

Para ela, a solução para o problema passa pela fiscalização. “As entidades fiscalizadoras devem exigir a presença de lavatórios para higienização das mãos nesses locais, além de maior proteção dos alimentos que, de preferência, devem ser mantidos sob refrigeração”, aponta Tatiana. Ela sugere também que sejam oferecidos cursos de treinamento para as pessoas que manipulam esse tipo de alimento, “para que possam lidar com os alimentos de forma adequada, evitando riscos para a saúde”.

Apesar de a pesquisa ter sido realizada em São Paulo, ela serve de alerta para a qualidade da carne de sol consumida no Distrito Federal. O casal Osiel Simão de Sousa, 70 anos, e Eurides Campos de Sousa, 62, divide as tarefas na hora de preparar carne de sol sem correr riscos. Ele fica atento na hora da compra e a esposa, cozinheira de mão cheia, não dispensa cuidados durante a preparação do prato. “Na hora de comprar, fico de olho na coloração da carne, se ela está bem vermelhinha, se não tem manchas esbranquiçadas nem azuladas”, comenta Osiel, que só compra em casas especializadas em que já conhece a origem do produto.

Segundo ele, o problema é que muitos açougueiros utilizam produtos impróprios para o consumo para produzir o charque. “Tem muito dono de açougue que, para evitar prejuízos, usa carne vencida para fazer carne de sol”, conta. Na hora do preparo, a esposa não deixa de limpar o alimento e cozinhar bastante. “Eu pico em pedaços menores e esfrego sob a água várias vezes, depois cozinho e frito até ela ficar no ponto ”, descreve Eurides Campos.

Cuidados

Antônio Gomes abriu há uns anos um açougue em Ceilândia e, ao contrário de muitas casas de produtos nordestinos na região, que conservam a carne de sol exposta em estufas feitas de tela, ele não as deixa fora do freezer. “Para fazer a carne de sol, eu uso carne nova, igual à que é vendida para os clientes. Acho errada essa história de utilizar carne velha, sem falar que é contra a lei”, comenta o açougueiro.

De acordo com Maria Cecília Brito, diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a responsabilidade pela fiscalização dos estabelecimentos é descentralizada. para os órgãos de Vigilância Sanitária dos estados e do DF. Ela explica que, caso o consumidor encontre algum estabelecimento descumprindo alguma norma, deve entrar em contato com os órgãos de vigilância sanitária de sua localidade. “Alimentos com prazo de validade vencido ou armazenados de forma inadequada devem ser comunicados ao serviço de vigilância sanitária. Além disso, a Anvisa também dispõe de um canal de comunicação direto com a população, que é o telefone 0800-6429782”, conclui

(fonte:http://www.formadoresdeopiniao.com.br)

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Mudanças nos alimentos?

O primeiro estudo sobre o perfil nutricional dos alimentos, divulgado este mês pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), revelou que alguns dos produtos mais consumidos pelos brasileiros estão muito longe de prover uma alimentação saudável. Apenas um pacote de macarrão instantâneo tem mais sódio que a quantidade que uma pessoa deveria consumir em um dia.
Sucos e néctares de fruta, que muitos bebem como alternativa saudável, têm mais açúcar que refrigerantes, e um pacote de batatas fritas quase esgota o limite de gorduras saturadas tolerado para um dia.

“A preocupação é maior porque o excesso desses nutrientes está diretamente ligado à obesidade e ao crescimento das doenças crônicas, como diabete, hipertensão, problemas no coração”, afirmou Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa.

O perfil nutricional mostrou que um hambúrguer bovino tem 825 miligramas de sódio, quando o máximo que uma pessoa deveria consumir em um dia são 2,4 mil mg. Um sanduíche acompanhado de refrigerante light e uma porção de batata frita ultrapassa metade do que deveria ser consumido diariamente.

A pesquisa revelou que há diferenças imensas entre as marcas. Uma marca de batata palha pode ter 14 vezes mais sódio que outra; um salgadinho de milho, 10 vezes mais gordura saturada e 12,5 vezes mais sódio; uma marca de biscoito recheado, 6,3 vezes mais gordura.
Há alimentos iguais, mas que são menos saudáveis que outros. A população deve olhar os rótulos. Não podemos colocar um ‘a Anvisa recomenda’, mas o consumidor tem informações para fazer a melhor escolha”, diz Maria.

No fim do mês, a Anvisa e o Ministério da Saúde vão se reunir com representantes da indústria alimentícia para tentar definir metas de redução de sódio, açúcares e gorduras saturadas nos alimentos, da mesma forma que foi feito com a gordura trans, hoje quase ausente da maior parte dos alimentos industrializados.
No caso desses três nutrientes, há, segundo a Anvisa, outras dificuldades. Uma delas é a tecnologia. O sódio, por exemplo, é usado em muitos casos como conservante. “Mas pelas diferenças que encontramos, podemos ver que é possível uma redução gradual”, diz Maria.

Outra dificuldade é o paladar do brasileiro, acostumado a comidas bem temperadas e bebidas e biscoitos muito doces. “Se exigirmos uma modificação imediata da composição, não vai adiantar. As pessoas simplesmente vão colocar sal ou adoçar”, diz Denise de Oliveira Resende, gerente-geral de alimentos da Anvisa. “É preciso um processo de reeducação.”

fonte: ESTADÃO

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Atenção para os chocolates

Um alimento muito consumido nesta época de Páscoa são os chocolates, que precisam de atenção na hora da compra. A infinidade de tipos, marcas, origens, cores, qualidades, que hoje encontramos no chocolate pode trazer uma séria de dúvidas. Qual comprar? O tipo que mais te agradar, afinal de contas, já que vamos adquirir uns kilinhos a mais, que seja com prazer!!!!! Mas algumas observações podem ser vistas e anotadas para fazer bonito no almoço de Páscoa.

É preciso que os ovos de páscoa, os bombons e os tabletes de chocolate estejam armazenados em local fresco e arejado. Verifique ainda se não há a incidência direta da luz solar ou contato com a umidade.

A embalagem deve estar íntegra, sem furos ou amassadas e conter as informações obrigatórias na rotulagem como denominação de venda, data de validade, nome e endereço do fabricante, informação nutricional, dentre outros.

Chocolates podem ser consumidos, mas com moderação!

A Páscoa se aproxima. Nessa data, alguns cuidados com a alimentação são importantes, como evitar o consumo excessivo de chocolate.

De modo geral, os Ovos de Páscoa e os outros tipos de chocolate expostos à venda são preparados com muito açúcar e gorduras, substâncias que em excesso podem prejudicar a saúde.

Além disso, muitas vezes os chocolates possuem recheios ricos em açúcares e gorduras, principalmente gorduras trans. O consumo excessivo desse tipo de gordura pode elevar os teores do colesterol total e do colesterol ruim (LDL Colesterol) e reduzir os níveis de colesterol bom (HDL Colesterol) no sangue. Segundo a Organização Mundial de Saúde, não existe recomendação para a ingestão de gorduras trans, o ideal é que se consuma o mínimo possível essas substâncias.

Dessa forma, se consumidos em excesso, os chocolates podem trazer problemas futuros, como o aumento do peso e das taxas de colesterol no organismo.

Uma dica importante na hora de comprar chocolates ou Ovos de Páscoa é verificar a lista de ingredientes e a tabela de informação nutricional constantes nos rótulos. Os ingredientes utilizados na preparação ou fabricação dos chocolates são declarados, na lista de ingredientes, em ordem decrescente de quantidade. Assim, deve-se optar por chocolates com maior teor de cacau e, consequentemente, menos açúcar. Com relação à avaliação da tabela de informação nutricional, os chocolates com menor quantidade de gordura saturada e trans devem ser priorizados.

No caso de crianças, os pais devem ainda estar atentos à higiene bucal dos seus filhos. Os altos teores de açúcares presentes nos chocolates contribuem para o surgimento de cáries.

Mas vale ressaltar alguns aspectos positivos do chocolate. Os chocolates feitos ao leite podem ser fontes de proteínas e cálcio, nutrientes importantes para o organismo.

Assim, a regra para o consumo de chocolates tanto na Páscoa quanto no restante do ano é MODERAÇÃO!


Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Como escolher peixes?

Dúvidas para escolher o melhor peixe para a Páscoa? Confira as dicas que ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) separou para nós quando formos comprar peixes O que devemos observar?

Peixe fresco

• Estar livre de: contaminantes físicos (areia, pedaços de metais, plásticos e/ou poeira), químicos (combustíveis, sabão e/ou detergentes) e biológicos (bactérias, vírus e/ou moscas).

• Aparência: ausência de manchas, furos ou cortes na superfície.

• Escamas: bem firmes e resistentes. Devem estar translúcidas (parcialmente transparentes) e brilhantes.

• Pele: úmida, tensa e bem aderida.

• Olhos: devem ocupar toda a cavidade, ser brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos ao centro do olho.

• Membrana que reveste a guelra (opérculo): rígida, deve oferecer resistência à sua abertura. A face interna deve estar brilhante e os vasos sanguíneos, cheios e fixos.

• Brânquias: de cor rosa ao vermelho intenso, úmidas e brilhantes, ausência ou discreta presença de muco (líquido pastoso).

• Abdômen: aderidos aos ossos fortemente e de elasticidade marcante.

• Odor, sabor e cor: característicos da espécie que se trata.

• Conservação: deve ser mantido sob refrigeração ou sobre uma espessa camada de gelo.

Peixe congelado

• Conservação: verifique se o produto está armazenado na temperatura de conservação informada pelo fabricante na embalagem. Os produtos não podem estar amolecidos ou com acúmulo de líquidos, sinal de que passaram por um processo de descongelamento. A presença de gelo ou muita água indica que o balcão foi desligado ou teve sua temperatura diminuída temporariamente.

Peixe salgado seco

No Brasil é reconhecido como bacalhau todo opeixe salgado e seco. Existem no mercado nacional cinco espécies de peixe diferentes: Gadus morhua (Cod) e Gadus macrocephalus, que são reconhecidas como bacalhau legítimo, e Saithe, Ling e Zarbo.

Na hora de comprar o bacalhau é preciso estar atento a algumas dicas:

• O produto deve ser armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos;

• Verifique se não há a presença de mofo, ovos u larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável, que indicam que o produto não está bom para consumo;

• Quando vendido embalado, deve apresentar no rótulo a denominação de venda, data de validade, país de origem, prazo de validade, selo de inspeção federal e outras informações obrigatórias;

Crustáceos
• devem ter aspecto geral brilhante, úmido; corpo em curvatura natural, rígida, patas firmes e resistentes; pernas inteiras e firmes; carapaça bem aderente ao corpo; coloração própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha; não apresentar coloração alaranjada ou negra na carapaça e apresentar lhos vivos, destacados, cheiro próprio e suave.

Caranguejos e siris
• devem estar vivos e vigorosos; possuir cheiro próprio e suave; aspecto geral brilhante, úmido; corpo em curvatura natural, rígida, patas firmes e resistentes; pernas inteiras e firmes; carapaça bem aderente ao corpo; coloração própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha e devem apresentar olhos vivos, destacados.

Mariscos
• devem ser expostos à venda vivos, om valvas fechadas e com retenção de água incolor e límpida nas conchas; apresentar cheiro agradável e pronunciado; ter a carne úmida, bem aderente à concha, de aspecto esponjoso, de cor acinzentada-clara nas ostras e amarelada nos mexilhões.
Polvos, lula

• devem ter a pele lisa e úmida; olhos vivos e salientes; carne consistente e elástica; cheiro próprio (levemente adocicado); e ausência de qualquer pigmentação estranha à espécie.


E Boa Páscoa!


Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

Iogurte Densia


Dois copos de 200 mililitros de leite contêm mais cálcio do que o iogurte da Danone enriquecido e com o dobro do custo.

Um iogurte Densia da Danone assegura manter os ossos fortes e preencher metade da dose diária de cálcio recomendada, 800 miligramas (mg). A promessa é cumprida, pois um copo de iogurte de 125 gramas apresenta 400 mg. Cada embalagem contém ainda a vitamina D necessária por dia, que ajuda a assimilar o cálcio.

O teor em cálcio do Danone Densia impressiona menos a cumprir as necessidades a partir dos 50 anos, um dos alvos da publicidade deste produto. Mulheres em menopausa, por exemplo, precisam de cerca de 1200 mg de cálcio por dia para reduzir o risco de osteoporose. Nesse caso, um copo de Densia ajuda com cerca de 33% da dose diária. Mas o rótulo não quantifica as necessidades daquele grupo.

Comparado com o Danone puro aroma de morango, por exemplo, com 146 mg de cálcio por dose, o Densia contribui com mais do dobro daquele mineral. O acréscimo paga-se na mesma proporção: o primeiro custa, em média, 25 cêntimos por unidade, o enriquecido fica a 50 cêntimos. Por dois copos de leite de 200 mililitros, paga metade e ganha 80 mg em cálcio face a um Densia.

(fonte:http://www.deco.proteste.pt)
 
Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

domingo, 17 de abril de 2011

Conheça o Frozen Yogurt

Uma matéria publicada ontem (15) pela revista Época, e muito bem escrita pela Laura Lopes, mostra o outro lado dos saudáveis Frozen Yogurt que a grande maioria das pessoas desconhece.

As lojas especializadas em frozen yogurt se multiplicaram no último ano – 79 redes foram criadas em 2010 – e o segmento movimentou quase R$ 76 bilhões neste período. O crescimento superou todos os outros tipos de franquias dentro do ramo da alimentação. Mas o que se oferece ao consumidor não pode ser chamado de frozen yogurt, segundo a Proteste Associação de Consumidores. A entidade avaliou oito marcas do produto vendidas em São Paulo para checar se, como sugere o nome em inglês, elas seriam compostas de "iogurte gelado". Apenas uma – Yogen Fruz – continha o número mínimo de bactérias por grama para ser classificado como iogurte. Foram "reprovadas" as marcas Yogolove, Yoggi, Yogoberry, Yoforia, Tutti Frutti Frozen Yogurt e Bendita Fruta. Já a Yogofresh não apresentou iogurte no produto, segundo o teste. A Proteste sugere, então, que os produtos reprovados sejam chamados de sorvete à base de iogurte.

As empresas se defendem dizendo que, uma vez que o mercado de frozen yogurt é muito recente no Brasil, ainda não há uma regulamentação específica para o gelado. Ou seja, não se trata de um iogurte frozen (congelado), ele é apenas ingrediente de uma receita, às vezes a principal matéria-prima.

O teste feito pela Proteste foi encaminhado ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que já estava apurando a falta de informação adequada aos consumidores. O promotor responsável está chamando as empresas para assinar um termo de ajustamento de conduta (TAC) para que se comprometam a informar que o produto é um sorvete à base de iogurte e que forneçam informações nutricionais detalhadas no interior de suas lojas. Yoggi, Yogolove e Yoforia estão prestes a assinar o TAC.

Seguem as respostas das empresas "reprovadas":

Yogofresh

De acordo com a legislação brasileira, não existe uma lei específica para o tipo de produto frozen à base de iogurte. Sendo assim, classificamos sem embasamento legal a avaliação constante da avaliação da Proteste. O sorvete é classificado como gelado e comestível na subcategoria 2.2.1.3, a qual define quantidade mínima de gordura em 3%. Vale ressaltar que o produto Yogofresh possui 0% de gordura, não podendo o mesmo ser classificado nessa subcategoria, como a própria matéria atesta. Aliás, conquanto a distorcida avaliação acabe por pretender colocar o Yogofresh em situação distinta dos demais, atribuindo-lhe isoladamente a classificação como 'apenas sorvete', o laudo anexado ao inquérito civil pela Proteste não faz essa distinção, classificando nosso produto, a exemplo de todos os demais à exceção do Yogen Fruz (que tem quase o dobro do nosso índice de açúcar), como sorvete à base de iogurte, sendo certo que a última promoção do Ministério Público após o laudo do Proteste também nos coloca em idêntica situação. Nosso produto continua sendo um produto saudável, de baixo índice glicêmico – metade do percentual de açúcar comparado à concorrência –, baixas calorias e zero gordura. Ele será certificado pela mais importante esfera governamental do setor.

Yogoberry

Nosso produto passa por um rígido controle de qualidade. O frozen yogurt da Yogoberry é um alimento saudável de baixa caloria, com zero de gordura e que utiliza o iogurte como sua principal matéria-prima. Em função do alto número de vendas na rede Yogoberry, o frozen yogurt permanece menos tempo nas máquinas, desacelerando o processo de proliferação dos lactobacilos. Em contrapartida, a Yogoberry, que já realizava estudos para aumentar o nível de bactérias lácticas a 107 UFC/g, desenvolveu uma maneira para alcançar a percentagem apontada no teste. Em um mês todos os frozens da marca já estarão com a nova contagem de lactobacilos. Ainda assim, nosso produto garante os mesmos benefícios do alimento, tendo em vista que utilizamos um alto nível de iogurte em nossa fórmula.

Bendita Fruta

O frozen yogurt da Bendita Fruta possui 2g de gorduras totais, 0% de gordura trans e zero% de gorduras saturadas em 100g de preparado. É possível que tenha ocorrido uma oscilação momentânea de 0,64g de gordura total, em função da utilização de fornecedor de iogurte natural diferente do habitual. Garantimos que o produto oferecido aos clientes possui a qualidade esperada e adequada ao tipo de alimentação a que se propõe. A Bendita Fruta disponibiliza aos seus clientes nas lojas uma tabela com os dados nutricionais do produto, na qual é indicada a presença de carboidratos, proteínas e gorduras totais em sua composição. Passaremos a divulgá-la no site e a destacar que o frozen yogurt possui sacarose, lactose e não contém glúten. O frozen yogurt da Bendita Fruta possui iogurte natural na sua composição. Medidas serão tomadas para dar maior visibilidade aos consumidores a respeito da composição do nosso frozen yogurt.

Yoggi

O Yoggi, pioneiro no segmento no país, sempre foi transparente com seus clientes e jamais omitiu informações ou forneceu dados incorretos sobre seus produtos. Todas as informações reveladas pelo Proteste estão alinhadas com as que são passadas pela empresa ao mercado em suas lojas, sites, materiais de divulgação e outras mídias. A empresa esclarece, também, que o mercado de frozen yogurt é tão recente no Brasil que ainda não conta com regulamentação específica. A rede é a única no país que possui fabricação própria, um núcleo de desenvolvimento e qualidade, além de uma parceria com uma consultoria internacional de sorvetes e lácteos. O Yoggi se coloca à disposição de seus clientes, imprensa e técnicos do Proteste para mais esclarecimentos.

Yogolove

Nos EUA, onde o frozen yogurt se difundiu, existe uma regulamentação para que o produto seja considerado como tendo propriedades de iogurte, isto é, culturas lácteas vivas. Eles estabeleceram um mínimo de culturas vivas para que pudesse colocar um selo indicando "contém culturas vivas". Os produtos que não atingem esse número de culturas continuam chamando seus produtos de frozen yogurt, porém não podem colocar o selo. No Brasil ainda não existe uma regulamentação. O teste da Proteste é valido, porém não tem como objetivo estabelecer um padrão para nosso mercado e sim constatar aquilo que sempre informamos para nossos clientes "o frozen yogurt é um sorvete a base de iogurte natural". A palavra frozen yogurt é uma palavra comercial e não pode ser traduzida ao pé da letra como "iogurte gelado", pois mesmo nos países que difundiram o frozen (EUA e Coréia do Sul) diversos deles não têm culturas vivas e são chamados de frozen yogurt. O grande problema foi que no Rio de Janeiro muitas lojas não informavam a composição do produto ou criavam confusão na cabeça do cliente dizendo "o que é o iogurte" ou com frases "não é sorvete", como se o produto tivesse as mesmas propriedades de um iogurte ou não fosse um sorvete, o que sabemos não ser a realidade. A grande contribuição desse processo que estamos passando com a proposta do Ministério Público da qual somos signatários, é informar corretamente ao cliente o que ele está consumindo sem criar confusões ou mal entendidos. Utilizamos além do iogurte em pó, que quase todas utilizam, iogurte fresco (20% da composição) que confere uma contagem de culturas bem maior que nossos concorrentes além de aspectos de sabor, aroma e textura diferenciados.

Yoforia

Afirmou que postaria no blog yoforia.blogspot.com uma resposta aos clientes. Mas até o fechamento desta reportagem, ainda não havia publicado. O último post é de junho de 2009.

A Tutti Frutti Frozen Yogurt foi procurada pela reportagem, mas não retornou o contato.

Para nós, vale ficar atento aos nossos direitos e às novas narmas de informações.

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Você é dependente de cafeína?

Um estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos divulgado nesta quinta-feira (7) revela que a dependência de cafeína está mais vinculada ao fígado e à capacidade do órgão para processar a substância que ao efeito que o consumo da substância provoca no cérebro.

Os autores da pesquisa, que foi publicada na revista Public Library of Science, encontraram variantes dos dois genes que intervêm na decomposição da cafeína no fígado, e que são determinantes no momento de fazer com que uma pessoa seja mais propensa ou não a tomar café.

O estudo minimiza a importância do efeito da cafeína no cérebro, o que até agora se considerava um fator decisivo na dependência, e aponta que a quantidade da substância consumida pelas pessoas é determinada por sua maior ou menor tolerância a seu componente ativo.
Tanto o fígado quanto o cérebro influenciam no consumo, mas o pesquisador Neil Caporaso, um dos participantes do trabalho, afirmou que "é mais o fígado que o cérebro o que determina a quantidade de cafeína ingerida a cada dia".
"Talvez as pessoas pensem que tomam cafeína para se sentir bem, ou para não se sentir mal, mas a verdade é que o nível de consumo é determinado pela rapidez com que o fígado decompõe a cafeína", explicou.

"Se seu fígado a decompõe muito rápido, você provavelmente beberá mais café", acrescentou.

De acordo com o Serviço de Pesquisa Econômica do Departamento de Agricultura, o consumo de café nos EUA atingiu o auge em 1946, com cerca de 170 litros por pessoa e diminuiu gradualmente até chegar a cerca de 95 litros em 2005.
Mas essa diminuição foi acompanhada com um aumento no consumo de bebidas gaseificadas, muitas das quais têm cafeína: de 41 litros por pessoa em 1947, chegou-se a 195 litros em 2005.
Consumida com moderação, a cafeína pode combater a diminuição cognitiva, por cansaço, doença ou envelhecimento, mas muita cafeína também pode prejudicar a função cognitiva, interfere no sono e pode causar alucinações.

Quanto de café você necessita por dia?

(fonte: Estadão)

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Redução do sal agora é compromisso firmado!

Olha que notícia bacana para todos nós!

A indústria de alimentos se comprometeu nesta quinta-feira (7) a reduzir o teor de sódio em 16 categorias de alimentos.
As primeiras serão as massas instantâneas, os pães e as bisnagas, que, de 2012 a 2014, terão de reduzir em até 30% o teor de sódio.
O compromisso foi selado por meio de acordo assinado de manhã pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde) e por representantes de associações de produtores de alimentos.
Cada categoria terá um percentual de redução de sódio e um prazo diferente a cumprir.

Em julho, serão definidas as metas para pão francês, bolos prontos, misturas para bolo, salgados de milho e batatas fritas.
No final do ano, o mesmo ocorrerá com biscoitos, embutidos, caldos e temperos, margarinas, maioneses, derivados de cereais, laticínios e refeições prontas.

A expectativa do presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) é que todo o processo acabe em 2020. Ele afirmou que a indústria está estudando a melhor forma de substituir o sódio tanto para o sabor como para a conservação dos alimentos.
 Parabéns!! Todos nós agradecemos!

(fonte: Folha)

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

quinta-feira, 3 de março de 2011

Foi suspenso!

Não demorou muito e as autoridades sanitárias da Grã-Bretanha suspenderam a venda do polêmico sorvete feito com leite materno até que sejam concluídos testes para determinar a adequação do alimento ao consumo humano. Ainda continuo achando muito estranho esse produto. Boa parte das pessoas que experimentaram, gostaram, mas a subprefeitura de Westminster, onde se localiza a sorveteria, disse ter recebido duas queixas do público e foi alertada pelas autoridades sanitárias sobre uma possível não adequação do produto para consumo humano.

"Se não for feita de maneira controlada, a venda de alimentos produzidos com os fluidos corporais de outra pessoa pode levar à transmissão de vírus e, nesse caso, hepatite", disse um dos conselheiros (vereadores) de Westminster, Brian Connell, do Partido Conservador. "No papel de autoridade local, apoiamos as pequenas empresas e aplaudimos ideias inovadoras sempre que possível, mas precisamos proteger a saúde dos consumidores."

A primeira leva do produto, esgotado já no primeiro dia de vendas, utilizou o leite de 15 mulheres. O proprietário da Icecreamists, Matt O'Connor, disse que a sorveteria foi contatada por cerca de 200 outras oferecendo leite materno para doação.

O'Connor disse que o produto é seguro não somente porque o leite é pasteurizado, mas também porque é testado em laboratório antes de ser usado como ingrediente. "Seguimos exatamente o mesmo procedimento de quando alguém doa seu leite materno ou seu sangue para bancos de sangue ou de leite. Ao dizer que esse sorvete não é seguro, as autoridades estão dizendo também que leite materno não é seguro", disse O'Connor.

"Se a subprefeitura proibir (o sorvete), vou começar um protesto com as mães que já expressaram seu apoio. Você pode comprar álcool e tabaco em Westminster, mas não leite materno", ironizou

Para mim, leite humano tem que ser consumido pelos bebês, que necessitam verdadeiramente para ter uma saúde melhor. Já que estas mães, que estão vendendo este leite, têm leite de sobra, por que não doam para os bancos de leite, e melhoram a saúde de quem não a tem¿

fonte UOL/BBC BRASIL

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

quarta-feira, 2 de março de 2011

Você tomaria este sorvete?

Londres, uma cidade (que eu conheço bem) e tão tradicional, veio com essa.... Uma sorveteria no centro da cidade lançou um sorvete à base de............. leite humano! Eu (Daniela Meira) acho estranho (punto e basta!!).
Para conseguir a base do produto, a loja colocou anúncios em um fórum de mães na internet ... As mães foram submetidas a exames de saúde para depois serem “ordenhadas”. O sorvete foi batizado de Baby Gaga e produzido a partir da doação do leite de 15 britânicas!!!!(Será que vale o investimento?). Depois da coleta, o leite é pasteurizado e batido com baunilha e cascas de limão (!!). Uma moça vestida a la Lady Gaga serve o sorvete... O dono da sorveteria (Icecreanists) caracteriza o sorvete como “orgânico e natural”... (sei) e custa o equivalente a R$ 38,00 reais!!!!!!!.... Né?

A agência reguladora de alimentos da Inglaterra afirma que não há leis proibindo a venda de derivados de leite humano, mas que os produtos devem cumprir regras sanitárias básicas. Apesar disso, já começaram a pipocar notícias de que a venda do produto azedou e foi confiscado. A população questiona se uma loja pode vender produtos fabricados com "fluídos" humanos. A Agência de Padrões Alimentícios da Grã-Bretanha ainda não se manifestou. Acho tudo isso muito estranho. Precisamos apelar para conquistar??? Chamar a atenção com sorvete feito com leite humano?

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Todos os alimentos têm bactérias! Crééééédo!

Chefs franceses fizeram uma sobremesa natalina tradicional de 150 metros de comprimento, na quarta-feira, em La Défense, distrito de Paris, e entraram para o Guinness, livro dos recordes. Cada porção foi vendida por 1 euro para levantar fundos para uma entidade beneficente.
 
Muuuuito bem!

Toda vez que eu vejo uma matéria desta, mostrando uma mesa enorme, com alguma preparação em cima, preparação também enoooooorme, para ganhar destaque, seja do Guinness ou da mídia, fico imaginando quantas pessoas mexeram nesta preparação.

Quantas pessoas ficaram falando em cima deste doce natalino?
Ele estava sob refrigeração?
Deve ter dado tempo das bactérias se proliferarem, pois mesmo que este doce estiver em temperatura de refrigeração, ele demorou muito tempo para ser feito e durante este tempo, com certeza TODOS os confeiteiros foram ao banheiro alguma vez.... E eles SEMPRE LAVARAM as mãos??(Veja, não estou dizendo que confeiteiro não lava as mãos, apenas sei que durante um evento, com mídia inclusive e tempo escasso, as pessoas tendem a facilitar a vida... e ai está excluír ações que ninguém vê...). E mesmo que lavem, eles não abrem portas ou tocam nas maçanetas das portas? Que obviamente não estão limpas... Pegam no celular e passam mais uma camada de chantilly no doce!!!!

Quando a preparação é pequena, o tempo é menor de exposição do produto ao meio ambiente e este tempo menor é crucial para que não prolifere tanta bactéria. E é a quantidade de bactérias que determina se o alimento está bom para ser ingerido ou não (estou falando de qualquer preparação que esteja no prazo de validade e com correto armazenamento). TODOS OS ALIMENTOS TÊM BACTÉRIAS, mas só alguns fazem mal por causa do tipo e da quantidade. E claro, a saúde da pessoa que vai ingerir este alimento também vai determinar se a bactéria vai te levar para a cama e te possuir (crééédo..) ou se ela nem vai ter espaço no seu organismo.

Parabéns ao evento. Acho que fizeram este bolo bem feito, caso contrário teríamos muitas baixas e isso seria registrado pela mídia.

Daniela Meira – produtora de culinária Mais Você

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sacolas Plásticas

Por falta de consenso, a Câmara Municipal de São Paulo e seus vereadores decidiram adiar decisão que votaria um projeto de lei para proibir a distribuição de sacolas plásticas no comércio. Segundo parlamentares ainda há muitos pontos a discutir.

O que ainda tem para discutir???

A proposta do vereador Carlos Bezerra Jr. (PSDB) cria um cronograma para os estabelecimentos comerciais se adequarem. Para quem não cumprir a lei, estão previstas as sanções da lei federal de proteção ambiental 9.605, que é de 1998: suspensão de licença, perda de benefícios fiscais e multa.

O que ainda tem para discutir???

As lojas terão pelo menos seis meses para passarem a respeitar a lei - caso dos shoppings e das redes com mais de 20 lojas. As redes com 10 a 19 lojas terão prazo de um ano para adaptação, enquanto as redes com menos de dez lojas terão dois anos. As feiras livres terão prazo maior, de quatro anos, para começar a obedecer a legislação.

O que ainda tem para discutir???

Se for aprovado, o projeto precisa ser encaminhado ao prefeito Gilberto Kassab (DEM) para ser sancionado. "Não estamos numa cruzada contra o plástico. Sabemos dos benefícios de sua boa utilização. Mas queremos sensibilizar a população para o uso indiscriminado das sacolas", afirma o vereador. Ele ressalta que, por envolver uma mudança de cultura da sociedade, é preciso que o processo seja gradual e não "do dia para a noite".

O que ainda tem para discutir???

Os sacos plásticos podem entupir bueiros e provocar enchentes, além de contribuir para o esgotamento dos aterros sanitários. Por derivar do petróleo, sua produção também provoca emissões de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento global. "A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente acha a iniciativa ótima, equilibrada e urgente", diz o secretário Eduardo Jorge. A Associação Paulista de Supermercados (Apas) também avalia que a lei é viável e benéfica

O que ainda tem para discutir???

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

domingo, 12 de setembro de 2010

Deterioracao dos Alimentos

Assisti a este vídeo na BBC e achei interessante a deterioração comecar pela carne e só depois nas frutas. Como se comessem primeiro os salgados e depois as sobremesas!!!

Veja

video BBC


Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você

terça-feira, 24 de agosto de 2010

OLHA QUE ABSURDO!!!!!!

Isso é muito louco...
Por mais estranho e bizarro que possa parecer, um comportamento muito perigoso se alastra pela Grã-Bretanha: o “vodka eyeballing”, que equivale a “beber vodca pelos olhos”. É isto mesmo, universitários se reúnem em festas e bares e abrem as próprias pálpebras e derramam a bebida em cada um dos olhos. Os adeptos da prática perigosa dizem que o “método” proporciona uma sensação de embriaguez imediata.

O assunto foi tema de uma extensa matéria do jornal britânico Daily Mail, ilustrada por diversas fotos da prática. No You Tube, ao digitarmos “vodka eyeballing”, podemos assistir a vários vídeos sobre o assunto, inclusive de brasileiros, que já aderiram ao “modismo”, trocando a vodca pela cachaça, assim como os escoceses, que a substituíram por Aftershock, uma bebida com alto teor alcoólico e com sabor de canela. Existem também páginas no Facebook e em outros sites de relacionamento, criadas por “fãs” e adeptos do “eyeballing".

Quem pesquisa um pouco mais o estranho comportamento, descobre que a tendência perigosa pode ter origem nos Estados Unidos, onde é um truque popular, realizada por garçonetes, em resorts de Las Vegas. Outros atribuem a popularização da prática a um filme de 2000, Kevin e Perry Go Large, onde o ator Rhys Ifans interpreta um personagem chamado DJ Eyeball Paul, que realiza a manobra em casas noturnas.

Um dos pontos que mais impressiona na matéria britânica e nos vídeos disponíveis na Internet é observar o grau de instrução dos praticantes. Por que pessoas que estudam em boas e caras universidades e têm acesso a uma grande gama de informações sobre saúde agiriam desta forma? Este é mais um dos mistérios “da adolescência interminável”, marca dos dias de hoje. Muitos justificam a insensata atitude com argumentos como “sofremos forte pressão social do grupo”, “mulheres têm que ser iguais aos homens, em todos os sentidos”, “é quase como um teste de resistência na frente de seus pares”.

As autoridades e a comunidade médica britânicas já externaram suas preocupações com a prática, tanto pelo lado do aumento de casos de alcoolismo, tanto pelos danos que o “vodka eyeballing” podem trazer à visão. Ardência nos olhos, “olhos sempre vermelhos”, choro constante e dor são os efeitos mais relatados por quem já expôs a própria visão a tamanho risco.

Malefícios à visão
"Derramar vodca sobre os olhos é tão absurdo que nunca pensei que tivesse que expressar minha opinião sobre um tema como este. É claro que isto não pode acabar bem. Uma bebida com 40% de teor alcoólico, jogada diretamente sobre os olhos, pode ocasionar inflamação, além de graves danos à córnea e à esclera. A bebida alcoólica jogada diretamente no olho é pouco absorvida pelo organismo. E diferentemente do estômago, o olho não tem um revestimento gastro-intestinal apropriado para protegê-lo desta agressão, nada o auxilia a fazer esta absorção de bebida”, afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

"Fico muito triste só de pensar que alguém possa jogar vodca nos olhos por vontade própria. É uma auto-mutilação, não tem nada de divertido. A vodca, a cachaça, bem como qualquer outra bebida alcoólica, literalmente queimam e corroem a córnea. E a repetição desta ação pode levar a danos irreversíveis, como a cegueira. Esta é uma transgressão juvenil que deixará marcas por toda a vida”, diz a oftalmologista Fernanda Takay, que também integra o corpo clínico do IMO.

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você


quarta-feira, 31 de março de 2010

O que acontece...

...quando você acaba de beber um refrigerante...

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).

40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína..)

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam..Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!*

Fonte: Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett, Faculdade de Educação Física da UFMT, Mestrado da Nutrição da UFMT, Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo - 3615 8836, Consultoria em Performance Humana e Estética

Daniela Meira - produtora de culinária Mais Você